Padre James Dean celebra primeira missa no Cohatrac

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Recém-ordenado, o padre James Dean, celebrou na noite de deste domingo, 5 de agosto do Ano Santo do Nosso Senhor Jesus Cristo, a sua primeira missa na Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, no Cohatrac. A missa foi concelebrada pelos padres Flávio Mareques Colins, pároco da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, e pelo padre Eudo Costa, padre solidário do Santuário São José de Ribamar. O candidato ao diaconato permanente, Antony Luso, também serviu ao altar.

Homilia – O padre James Dean iniciou sua homilia saudando a comunidade com um tradicional “amados irmãos e irmãs, estamos em um momento alto do evangelho de João, que inicia afirmando que aquele de desceu do céu é a palavra que desde Deus. O movimento de ida ao encontro de Jesus é uma das características do evangelho de João.

O padre fala que o homem é sedento da Palavra de Deus. “O alimento material nos sacia fisicamente, mas precisamos ir mais além, o que é possível com o auxílio da fé, do pão eucarístico. Amados, o Povo de Deus estava cativo no deserto, clamava a Deus, que vem ao seu auxílio, desce até o povo. Nos últimos tempos, Deus desceu por meio do seu Filho e veio ao nosso encontro.”
O padre lembrou que hoje em dia, diante das dificuldades, do deserto que muitas vezes se faz em nossa vida, quase sempre queremos retroceder. O padre disse que no deserto o povo quer as panelas de carne, sente saudades; após a prisão e morte de Jesus, Pedro volta a ser pecador. Muitas vezes nós duvidamos da bondade de Deus.
“No deserto, Deus dá ao seu povo o maná. É um alimento diário, que não pode ser acumulado, mas consumido diariamente. O maná é o alimento da misericórdia de Deus. Jesus é o pão descido do céu.”

O padre James Dean disse que “recordamos nesta noite um ministério muito especial para a Igreja – os ministérios ordenados”. Lembrou que o padre é o homem da missa. Citando São João Maria Vaianney, padre James repetiu o que o santo dizia: “Que coisa grande é o padre”.

Dean afirmou que ‘o padre é aquele que faz a ponte entre o céu e a terra. Só ele pode trazer Jesus na eucaristia’, e explicou que ‘somo vasos de barro, somos grandes e somos frágeis’.

Sobre a eucaristia, pontuou que ela ‘é para nós sacramento da unidade, onde nos congregamos em um só corpo. Não podemos estar divididos. Ninguém poderá nos separar. O padre é o ministro da unidade. O Direito Canônico diz que o padre deve administrar com o zelo de um pai de família. “Como família, há um imperativo para nós: nos reconhecermos, dizer ao outro tu és meu irmão, somos da mesma igreja. Precisamos abrir nosso coração e ver no outro o irmão amado.”
Em uma analogia, o padre disse que se uma partícula da eucarística cai ao chão, nos lançamos para pegá-la, mas ao ver um irmão andarilho, não nos importamos. “Amemo-nos uns aos outros para poder participar deste banquete eucarístico”, pediu o padre.

Ao final da celebração eucaristica, uma multidao de fiéis foi ao encontro do novo sacerdote para parabenizá-lo.

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